segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Barrada no baile

Não poderia deixar de contar sobre a minha saga terrorista no aeroporto de Londres, tentando voltar para Dublin...

Todo mundo sabe que para se levar líquidos na bagagem de mão você precisa colocar tudo em recipientes de 100mL e estes, por sua vez, devem estar dentro de um saquinho vedado, tipo Zip Loc. Ok. Vim para Dublin usando um determinado saquinho, fui para Londres usando o mesmo saquinho e, na volta...

"Sorry,lady, this bag is too big, it's too big. You have to buy the small one."

Olhei com uma cara de "Uhum, cadê a câmera?" para a nega simpática da fiscalização de bagagens mas ela simplesmente repetiu a frase. Eu, com toda a paciência que meus genes Genarísticos me deram, saí da fila e fui lá gastar uma libra na maquininha de saquinhos plásticos.

Obviamente, nesse tempo de 1 minuto a fila ficou gigante. Tudo bem. Agora eu tinha tudo enfiado num saquinho pequeno e, de quebra, tinha "ganhado" mais três saquinhos pequenos para enfiar muitas coisas dentro. Ou enfiá-los dentro de muitas coisas. Enfim.

Depois de esperar a fila, tiro casaco, botas, celular, iPod, relógio, saquinho plástico PEQUENO com líquidos/pasta dentro e coloco tudo na bandeja para passar pelo scan.
Quando eu passo pelo detector de metal, ganho três apitinhos saudosos.
Ok, fui revistada.

Em seguida, quando estou recolocando no lugar todos os itens anteriormente citados, a moça pega meu saquinho PEQUENO com líquidos/pasta dentro e diz: "We'll test your liquids, ok? Just testing your liquids."
"Ahm... Ok." (certeza que nessa hora eu levantei a sobrancelha direita involuntariamente)
Vou falar o que? "Não, me dá aqui de volta que agora eu vou enfiar tudo no saco plástico GRANDE de novo."
Enfim. Testaram (?) meus líquidos (???!!!!) e me devolveram o saquinho com um "Thank you, good travel" na super boa vontade inglesa de falar com as pessoas.

Mas não pára por aí.

Chegando na imigração de Dublin o bróder queria que eu mostrasse para ele a minha carteirinha da faculdade daqui. Gostaria de ter, mas nem na Unicamp eu consegui me formar ainda, filho.
Sorte que eu manjo muito de inglês (sic) e expliquei para ele rapidinho o que raios eu estava fazendo aqui...

Então me vem em mente o comentário muito astuto de minha fiel escudeira Cecília: "Nunca teve nenhum atentado terrorista feito por brasileiros. Aliás, foram matar o nego brasileiro justo em Londres. Que mancada! Acho uma puta mancada."

Pois é. Mancada.
Muito chato ter que tirar as botas no meio de todo mundo quando você está usando meias roxas.

London Calling

"Welcome to London! We hope you had a good travel... blablabla, Ryanair blablabla...yatta, yatta, yatta...  minus two degrees Celsius."

Sim, fui passar o fim de semana em Londres, com a minha fiel escudeira Cecis.
Ao ouvir as palavras acima num sotaque bizarro, meu pensamento foi apenas: "Minus two degre Celsius e eu com essa blusinha ridícula e esse casaco ridículo!"

A viagem em si foi tranqüila. O aviãozinho da Ryanair mais parecia o 332 indo da Unicamp para a rodoviária de Campinas, incluindo o balão da Medicina e o motorista que não conhece freio. Mas tá ótimo, de verdade. Foram apenas 12 eurinhos.

Chegando em London city pegamos o bus para Liverpool St., onde encontramos a Fernanda (filha de uma amiga da minha mãe) que gentilmente nos forneceu um teto para dormimos durante o fim de semana.
Imagine agora uma pessoa muito fofa e agradável. Essa é a Fernanda.
Assim que a encontramos fomos para o pub em que ela estava com alguns amigos. Aí eu te digo que os ingleses são mais loucos que os irlandeses. A balada tem música muito boa (pra quem gosta de balada, que fique claro), mas é absurdamente engraçado ver todo mundo dançando sem coordenação e muito bêbado. Todos. E todas. Divertido, eu admito!

Olha o naipe das pessoas na balada...

No sábado, logo de manhã, fomos ver o Big Ben e o London Eye. Sim, o Big Ben é animal... gigante, lindo e... lindo... e... muito lindo. Mesmo! O London Eye é impressionante, imponente... mas é uma roda gigante. Desculpa, mundo, mas eu achei que o monumento tão famoso é apenas uma roda gigante bem gigante. Lógico que estar lá em cima deve ser demais, mas isso fica para minha lua de mel, depois que eu voltar de Wicklow.

Feito isso, rumamos até a Horse Parade, naquele frio maravilhoso, com ventinho cortando meu lindo rosto redondo. Ok, guardinhas nos cavalos. Bonitinhos! E fim. Nem entramos no museu lá porque tinha que pagar. Mão de vaca mode: on!

O Big Ben!


Depois demos uma rápida passada na Oxford St., a "Avenida Paulista de Londres", pela quantidade de coisas (lojas) e pessoas transitando. Madness!
Direito a um capuccino para esquentar o coração.

E então veio o mais legal do dia: Notting Hill's market (sim, o Notting Hill do filme!)
Uma feirinha demais... só poderia ser mais legal se a gente tivesse dinheiro para gastar. Mas é muito bom, de verdade. Antigüidades, jóias, roupas, lembrancinhas bregas e MUITA COMIDA. E lá encontramos Ana e Vitão, o casal brasileiro-europeu mais legal dos últimos tempos. Passamos na livraria do filme, em que o Hugh Grant encontra a Julia Roberts, mas não vimos os próprios por lá. Pena.

De Notting Hill fomos para China Town, onde tivemos a super sorte de presenciar a utilização das tão famosas cabines telefonicas vermelhas como banheiro público. Oh, my!
Mas vale dizer que a China Town é muito fofa e parece um mundo à parte de Londres... tudo continua lotado, mas mais calmo e mais... chinês. (dã... Jura?)


London Eye e minha cara gorda e branca! :)


Não posso deixar de mencionar que, antes de ir para a China Town nós presenciamos uma manifestação estudantil na Oxford St. O pessoal estava muito bravo porque estão aumentando taxas/impostos dos colégios particulares. Ou algo do tipo. Enfim. Muitos policiais e até helicóptero. Super cena de filme, por assim dizer.

Chegamos em casa morrendo de cansaço e congeladas, fizemos o roteiro pro domingo e entramos num profundo coma de sono. Delicioso.

Domingo de manhã e... SOL! Fizemos o Queen's walk na beira do rio Tâmisa, vimos a London Bridge e fizemos um book de fotos dela, porque mereceu.
Nesse caminho topamos com infinitas pessoas fazendo cooper. Claro, como não? Naquele frio dos infernos, nada melhor do que correr para sentir o vento frio no rosto.
Famintas, procuramos um café que servisse o tradicional English breakfast completo. E foi aí que eu entendi porque tinha tanta gente se exercitando em pleno domingo de manhã congelante.

Totalmene isento de gordura trans: complete English brakfast!


Em seguida fomos "ver" a troca da guarda. Digo "ver" porque esse verbo sem as aspas apenas é possível dentro de duas circunstâncias: ficar no palácio desde as 5 da manhã ou ter 1,90m de altura.
Anyways, foi muito legal! O lugar é lindo, ver os guardinhas é muito divertido e enfim... eu adoro ser uma turista brega e fazer as coisas de turista brega. Pronto, falei.

Lá encontramos dois brazucas (pai e filho) e ficamos papeando uns bons minutos. Nossa raça é mesmo muito simpática!

Visão da troca da guarda pela minha câmera lá no alto, no máximo estiramento do meu braço.

Minha visão da Troca da Guarda. Sim, isso é na altura dos meus olhos. Oi, moço!


Depois disso fomos ver o Museu de História Natural e o Museu de Ciência.
Nota mental: nunca visitar dois museus no mesmo dia! Eu fico impaciente e meus joelhos ficam tristes e carentes.

Fora isso, foi legal. O de História Natural não é tanto my cup of tea, porque bichinhos empalhados podem ser meio monótonos (alguns assustadores) e eu não tenho muita paciência. Claro, ver uma ema gigante é legal, uma águia lindona é legal... mas um tucano com bico falso é bobeira. Enfim. O prédio é maravilhoso e os fósseis são impressionantes, mas eu admito que o Ross Geller ficaria muito mais feliz que eu.
De qualquer forma, recomendo a visita só pela visão do castelo. Demais mesmo!

O Museu de Ciência é MUITO LEGAL! Os engenheiros que o digam. Desde carros antigos e os primeiros motores construídos até satélites, aviões, navios... e muito mais! Tanto mais que nem conseguimos ver tudo. Eu acho.

Os dois têm entrada franca, então... foi lindo, nesse sentido!

Por fim, voltamos para casa da Fer fazendo um caminho maluco, de forma que passássemos em frente ao Globe Theatre (do Shakespeare) - só para dar uma olhadinha na fachada, afinal, já estava fechado e a gente não teria dinheiro e nem tempo para entrar mesmo - bem como fizemos com a St. Paul's Cathedral.

Chegando na casa da Fer, jantamos e dormimos até cerca de 22:30h. Arrumamos nossas coisas, pegamos o metrô e o buzão para o aeroporto, onde passamos a noite. E chegamos hoje cedinho, safe and sound, na gloriosa e muito mais alegre, Dublin!

Se eu tivesse que definir Londres em uma palavra, seria rush. Tudo acontece muito rápido por lá. De verdade! Mas é uma cidade linda!
Sim, as pessoas dão informações com má vontade, especialmente aquelas que trabalham nas ilhas de informações para turistas. Juro. Mas eu já estava psicologicamente preparada para isso.

Ademais, o sistema de metrô deles é incrível. APENAS 13 linhas. Palmas para o(s) engenheiro(s) de trânsito!
Seria perfeito se todas as 13 linhas funcionassem normalmente aos domingos, algo que não acontece e zoa todo o esquema dos turistas, que precisam fazer quatrocentas baldeações inesperadas. Mas tudo é muitíssimo bem sinalizado, então está perdoado.

E... ufa! Chega!
Agora preciso viajar para lá de novo para terminar de conhecer a cidade. ;)

Se alguém chegou a ler esse post todo até o fim, levanta a mão!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Patotão

Em Howth, a estradinha do filme "P.S.: Eu te amo".
Especialmente para nossos amigos campineiros. =)


Nós estamos com saudades!

Jameson

A Destilaria Jameson vale a pena se você considerar que se paga 11 euros (estudante) por um drink com o melhor whisky irlandês. E só.


Sinceramente, se você não é engenheiro de alimentos nem curioso que já leu qualquer artigo tosco sobre produção de bebidas alcoólicas, o passeio não acrescenta absolutamente nada, sem contar que a gente não vê fábrica nenhuma... só umas maquetinhas toscas.
Tudo bem, a produção não é mais em Dublin, mas poxa... deixa um maquinário lá só pra matar a curiosidade dos engenheiros.


Enfim. O dia foi isso. E lavamos nossas botas sujas de Howth com uma água quentinha (cerca de 2°C, certeza!) no quintal.

Conversas produtivas

Quando você tem que ficar na estação do DART esperando mais de uma hora para o próximo trem passar e ainda tem mais 40 minutos até chegar na sua casa, é muito provável que surja uma conversa extremamente produtiva, especialmente depois de algumas pints.
Pois bem. Um dia desses, eu e a Cecis tivemos uma dessas conversas que merece um breve post: turn ons Hollywoodianos.
A lista se resume em: tererê, saia e sandalinha de Jesus, roupa colada, cabelo sujo, dentes zuados, sotaque britânico e cabelo com entradas. O principal e mais importante de tudo: ser wild. Impolite.
Pode parecer muito estranho, mas mulheres com bom gosto entenderão. Ou não. Whatever.

De todo jeito, como diria minha sábia amiga Nati, "fica a dica".
O que importa é que rendeu muitas risadas. Até entendi porque homem tem esse tipo de conversa sempre.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

The Book of Kells

Ontem fomos ver o famoso Book of Kells, na Trinity University.
Basicamente e a grosso modo: o Book of Kells é uma bíblia irlandesa, que data de muitas centenas de anos e foi escrita em latim. Esse manuscrito contém os 4 evangélios do Novo Testamento e nunca foi terminado.

O documento sagrado veio para Dublin para ser guardada na Trinity University no ano de 1.654 por motivos de segurança.

Para ver a belezinha (aberta em páginas que mudam somente bimestralmente) você paga 8 euros (se for estudante) e tem direito a ler sobre a história do manuscrito, como eles eram feitos na época (o papel de pergaminho e as tintas, que eram basicamente uma mistura de minérios coloridos) e até sobre o significado de alguns símbolos que ilustram o documento (por exemplo: cobras simbolizam a ressurreição de Cristo, por ser um animal que troca de pele e "renasce", enquanto o pavão simboliza a imortalidade d'Ele por se acreditar, naquela época, que a carne desse animal não entrava em putrefação depois que ele morresse).

Enfim. Muito bonito e muito legal, de verdade.

Retrato de João, no Book of Kells.
Depois da parte do BfK (que não é tão grande, não), você tem direito a dar uma olhadinha na biblioteca gigantesca da Universidade.
Atualmente, um programa de restauração dos livros estaá em andamento. Os europeus ricos deixaram até notas de 50 euros na caixinha.
Eu não deixei nada. Desculpa, Irlanda.
Além de poder observar o quão gigante é o local, ficam expostos alguns documentos sobre a revolta irlandesa de 1.916.
Como decoração, pode-se ver o busto de alguns grandes pensadores, como Newton, Sócrates, Locke e mais uma galerinha.

Easter Proclamation.

Infelizmente, é proibido tirar fotos lá dentro e meu espírito de porco brasileiro foi deixada de lado.
Sequer tentei tirar uma foto escondida! (olha que gracinha de menina, muito bem educada!)

Apenas gostaria de ter um cérebro mais avançado nesse meu cabeção. Li muita coisa interessante mas não me lembro tão bem de tudo.
Que tristeza, Carolina. Imagina com 50 anos... o que será de mim?

Cheers!

Certamente já aconteceu com todo mundo

Vai dizer que isso não é muito legal?

Capinaremos blog rules.


Hoje, no caminho da estação Pearse até a escola, Cake foi minha trilha sonora.
Fuck yea!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Howth e Sean Paul

Esqueci de registrar aqui um dos acontecimentos mais importantes (sic) da ida a Howth: presenciamos a gravação de um videoclipe! De música ruim! Parecia Sean Paul! Eles estavam bem perto do lighthouse privado (????) da cidade, com uma câmera gigante e o som bem alto.
Foi muito desconfortante ver aquele negga cantando em meio a um cenário tão bonito. De longe a gente achou que estava rolando algum ritual, mas não... era gravação de videoclipe mesmo.


Medo.


Fica a dica: se alguém souber de uma nova sensação no mundo do rap, eu e Cecília estávamos nos bastidores.

Wicklow

"Ah, Cecis, quero passar minha lua de mel aqui!"
"... é, com o Gerard Butler."

Bom... seja com o Gerard ou não, basicamente, Wicklow é assim: uma cenário montanhoso gigante e maravilhoso, onde todo mundo merecia passar a lua de mel (ou as férias, um fim de semana, quarenta minutos da vida... o tempo que for possível!).

Upper Lake.

Lago Guiness.


A via-sacra de táxi+ônibus num frio absurdo valeu a pena mil vezes. E digo que o inverno com certeza tem seu charme, porque apesar de imaginar que o parque deva ser espetacular com sol, as árvores peladinhas são encantadoras também.
Ou seja, preciso voltar pra Wicklow no verão. Há.
E devo dizer: paisagens me deixam com uma nostalgia imensa.

Momento emo à parte, depois de voltar a Dublin fomos conhecer um dos pubs tradicionalmente irish: O'Donoghue's.
Demais! Lugar rústico, cheio de irlandeses e não de gringos, música ao vivo boa (Beatles, basicamente!) e um pessoal mais velho. Bem legal porque se pode ver o que os irlandeses curtem de verdade e qual a "essência" de um pub para eles.

E pela enésima vez em quinze dias de Irlanda eu ouço dizer que pareço uma irlandesa. Ok. Seria um elogio se as irish women aqui não usassem maquiagem de tal maneira que a grande maioria se parece um transsexual. Sem contar a mania de usar uns cabelos esquisitos, puxados para cima, tipo Amy Winehouse.
Dispensa mais comentários.

Uma coisa que não muda nem em outro continente é o fato das segundas-feiras serem uma droga.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Howth

Então. Ontem fomos para Howth, fazer a trilha SOSSEGADA pra ver os cliffs de lá.
Bem tranqüilo, só meia horinha de caminhada plana... NOT!
Mas foi sensacional, apesar das cãimbras, das lamas escorregüentas e da vontade insana de fazer xixi por cerca de 70% do caminho.
As paisagens são incríveis e demos muito sorte de ter sol, deixando tudo ainda mais bonito.

Howth!


Depois de toda a epopéia da trilha... fomos parar em outra cidade. Sim, terminamos a trilha numa rodovia (!?) e então não sabíamos mais para que lado ficava Howth. Perguntamos para uma moça que estava fazendo caminhada "Wich way leads to the city?" e ela apontou um dos lados. Beleza. Ela estava certa, porque chegamos na cidade, mas a cidade era Sutton, e não Howth. Tudo bem, de lá a gente encontrou a estação de DART e chegamos vivas e felizes em Donabate de novo! A quantidade de kilômetros caminhada é irrelevante. Basta saber que foram muitos.

Por sinal, vale dizer que na estação de Sutton a gente conheceu o Uéverton, brasileiro de Mato Grosso que está em Dublin há 3 anos e nem vai mais voltar pro Brasil. Mundo pequeno, não? Não! Aqui tá cheio de brazucas que não querem mais voltar pro Brasil. No caso do Uéverton isso é um pouco mais simples porque a namorada irlandesa dele está grávida e eles vão casar, então o problema do visto está praticamente resolvido.
O outro "problema" dele tem mais 7 meses e meio para se concretizar... mas aí já é outra história.

Hoje foi um sabadão... de dia feio. Nublado, porém sem chuva, mas com muito vento. Típico, por assim dizer. Fomos conhecer Dublinia (museu que conta a história de Dublin desde a época dos vikings até quando a cidade foi escavada para fins de descobertas arqueológicas) e depois ficamos rodando a cidade, rindo de bobeiras aleatórias, como de costume se faz em Campinas.

Amanhã vamos para Wicklow, onde o filme "P.S.: Eu te amo" foi gravado. Ah, sim... o primeiro DART sai de Donabate às 9:28h e temos que estar às 9:20h na O'Conell St. pra pegar o buzão para Wicklow, logo... vamos fazer uma via-sacra de táxi e ônibus para chegar até o local no horário previsto. Aqui vem a parte em que eu agradeço Murphy e o sistema irlandês sedentário desse pseudo-metrô zuado.
"Em São Paulo os metrôs funcionam a partir das 5 horas da manhã, independente do dia!", já dizia a sábia Cecília Kimura.

Mas o futebol é assim mesmo. O que importa é que a Argentina não tem astronauta.

Ah, e eu "passei de nível" na escola, como se eles tivessem algum padrão para colocar alguém em algum nível. Tô quase me sentindo um pokémon.

Hoje o negócio é ir dormir rezando pro Deus Sol aparecer amanhã e me dar um dia lindo, já que ele vai começar muito cedo, dentro de um táxi. Acho, inclusive, que eu merecia encontrar o colega do filme lá no parque.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Frio! - parte 2 e melhorando

Menos quatro hoje de manhã!
Vamo que vamo, Dublin!

Frio!

Sim! -1 grau Celcius! 30.2 Farenheit. 272.15 Kelvin.
Minha primeira temperatura negativa na vida, por assim dizer. Ontem cedinho e ontem no fim do dia. Sorte que minha camada lipídica tá dando conta do recado. Passei menos frio aqui do que no SWU.


No mais, não fizemos basicamente nada... e nem deu tempo mesmo. Tivemos aula o dia todo, só porque saiu um sol lindão. Pelo menos deu pra ir até o Stephens Green tirar fotinhos antes da aula.

Curtindo gelinho no parque, como duas turistas imbecis.

St. Stephens Green


Murphyadas à parte, hoje iríamos para Howth para ver praia/cliffs, mas o sol se escondeu super, o que faz com que o programa se torne motivo para matar aula amanhã cedo, já que se deve ir a este belo local durante o período iluminado do dia: entre 9:30h e 15:30h.


Slainte!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Brasileiro é praga!

Latinos em geral são o povo mais animado do mundo!!! #fato

Ontem rolou pub, dois euros a pint e... minha bebida saiu de graça porque a moça simplesmente não cobrou e eu dei mancada. Fiquei esperando, com o quid na mão, ela me dar o copo e... ela largou ele na minha frente e em seguida me ignorou e começou a servir a galera do lado. Pensei: "Acho que ela vai cobrar de todo mundo duma vez. Ok."
Mas não. Ela me ignorou de vez mesmo. Feito isso, o povo começou a super muvucar pra pegar as bebidas e eu confesso que não me esforcei muito pra ficar lá na frente do balcão. Desculpa, Irlanda, eu fui sacana. Mas só dois eurinhos não vão afetar tanto assim a crise, não é mesmo?

Cecis, Ana, Camilo (Chile!), Alan (parece o Nilo), Chelo (Spain!), eu e Henry.
Brasileiro é uma praga por aqui. E a gente causa na balada (ok, os venezuelanos ajudam MUITO), porque só nós dançamos. Que alegria! E, beleza! :)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Irish Dance

Yeap! Ontem fomos prestigiar a Irish Dance (free!) que rola todas as noites no Arlington Hotel aqui em Dublin (na margem do Liffey, parte norte da cidade).
Primeiro rolou uma musiquinha e depois a dança... e rolou uma bebidinha antes de começar tudo porque a moça do bar ficou pressionando a gente... hehehe! TIVE que tomar uma Guiness. Pena.
Mas o que importa: a dança é muito legal! Os caras mandam muito bem! E o trio que tocou música típica tambem manda muito! (pelo menos, pra quem não entende lhufas de coisas tipicamente irish, a gente gostou).
Além disso, tivemos as ilustres presenças de: Lincoln, Carlos Anjos (Charlies Angels, para o pessoal mais "chegado"), Lireny e... ninguém menos que... RAFINHA BASTOS! NO PALCO, ainda por cima!
Demais, demais! Faltou o Thomas e o Alberto, apenas.

A coisa ruim foi que tivemos que sair correndo quinze minutos depois de ter começado a dancinha porque tínhamos que pegar o DART... mas tudo bem!
Amanha é dia de Dacey's e isso é o que importa!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

The Church

Sim, ficar na Irlanda me fez católica. Comemorei meu aniversário numa igreja.
...
Foi muito bom, por assim dizer. Antes da baladinha, assistimos um filme Irish na casa da Ana (socorro! é absurdamente difícil entender o que eles dizem!) e curtimos uma jantinha de macarrão e vinho.

Sobre a balada... bem... os irlandeses são malucos (ou "despirocam", como diria a Cecis) e perdem noção da vida quando estão num dance floor. Muito engraçado, muito divertido! Só de ficar olhando já vale a pena. Por sinal, aqui você não paga pra entrar na festa. Ok, as bebidas não são a coisa mais barata do mundo, mas eu diria que é um avanço não ser obrigado a pagar nada só pra dizer "boa noite".
No mais, toca de tudo... ABBA, Guns, Bon Jovi e até a música do filme "Tropa de Elite" remixada. Sensacional!
Ainda por cima tive o prazer da ilustre presença do Thomas e da Janice (ex-namorada do Chandler, de Friends). Quem não entendeu esse comentário pode ler o post "Sósias" aqui embaixo... :)


Ana, Cecis e mim, na balada irish.

Ontem acordamos tarde e acabamos nem fazendo nada de turista... mas pelo menos demos uma voltinha pela cidade (fez um dia lindo, com sol!) e nos organizamos pra ver direitinho o que temos que conhecer e quando poderemos fazer isso.

Ah, sim... recebi muitos parabéns por e-mail, ligação, FB e afins... e fiquei me sentindo a última bolacha do pacote! ;) Obrigada, todo mundo, por tanto carinho!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Sósias

Meus queridos amigos Cecília e Thomas têm a mania (ou seria um hábito?) de encontrarem sósias das pessoas que conhecemos (ou não) em todo e qualquer lugar. Convivendo com esses dois adoráveis seres, eu adquiri essa adorável mania. Logo, devo registrar que:

* O Dumbleodore (que foi diretor de Hogwarts, sabe?) é comissário de vôo da Ibéria. E ele derrubou café na Cecília e suco em mim.
* Tem um Thomas na nossa escola. Mas nunca conversamos com ele. Igual o Thomas fazia com a gente em 2007.
* Encontramos vários Albertos por dia espalhados por Dubiln.
* Encontramos uma espanhola com o jeito da Dezinha.
* Todos os estudantes parecem estudar em Hogwarts. O uniforme deles é IDÊNTICO aos dos filmes (ou os dos filmes são idênticos aos daqui, né, Carolina?)
* Tem uma brasileiro na escola que é IGUAL ao NILO!! Só não sei se ele espeta pen drivers nos computadores.
* Conhecemos um chileno muito parecido com o Pão. O jeito de falar e até a barba.

Por enquanto é só. Mas certamente haverão mais.
Medo.

Oh, my Godness!

Oh, my Guiness!!


Nice! ;)

Ontem fomos conhecer a Guiness Storehouse (mim, Cecis e Chelo - Consuelo, uma espanhola mucho loca que conhecemos lá na escola).
É muito legal, de verdade! Programa turistão, mas só pela vista panorâmica de Dublin fornecida pelo sétimo andar já vale a pena o passeio.

Mim, Cecis e Chelo.
Além de relembrar as aulas do Flávio sobre cerveja (se é que eu cheguei a ir nessas aulas... pelo menos eu me lembrava do processo básico, o que já tá de bom tamanho) a gente encontrou um casal dos States curtindo uma Guiness lá no último andar. A mulher (pois é, ninguém perguntou os nomes um do outro) é irlandesa e o cara é norte-americano e eles vivem em Boston, mas sempre vêm pra Dublin. Very lovely couple. E é muito mais fácil conversar com alguém que tem o mesmo sotaque que você... dá muito menos vergonha, por assim dizer!!
 

Vista panorâmica de Dublin.


Ah! Quase esqueci de registrar que no almoço comemos o famigerado prato "fish & chips". Absurdamente gigante e absurdamente oleoso e gordo, logo... MUITO BOM! Sem contar que ontem fez sol por aqui, então fomos comer no St. Stephens Green e foi muito gostoso... o parque estava absurdamente mais bonito e tinha muito mais gente por lá.

Depois encontramos a Crôds e a gente meio que programou o dia de hoje... basicamente vamos turistar por Dublin à tarde e depois curtir uma baladinha irish e dormir lá na casa dela (visto a impossibilidade de pegar DART depois das 23h...).
Tudo bem que vou acabar gastando mais que o esperado essa semana, mas no aniversário pode, né?! Depois eu faço contenção de gastos pra poder ir pra Londres. Prometo.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Celtic

Voltando ao momento nerd compartilhador de conhecimento... algumas expressões celtas:


Dia Dhuit (día gut): "Deus te abençoe!"
Slainte (slantche'): "Saúde!" "Cheeers!"
Slon (slan): "Obrigado!" 


Sabe de uma coisa? A escola aqui é cheia de venezuelanos, chilenos, colombianos e espanhóis. Se eu fosse um pouquinho esperta eu aprendia inglês, espanhol e um tiquinho de celta.
Pena que num dá.
Pena.

Time seems to run...

... when you're having fun (com Ana e Vitor em Dublin)

Ae! Ontem foi o dia mais divertido por aqui... encontramos a Ana e o Vitão, tomamos uma pint de boas-vindas no Temples Bar e depois fomos pra casa deles curtir vinho e queijo que compramos no mercado lá perto (brie e gorgonzola, morra de inveja você que está lendo isso aqui!). Demais. Pena que passou muito rápido e a gente tem limitação de horário (e mental?!) porque o último DART saía às 22:20h...

O brinde!

Mas tudo bem, a gente ainda vai se encontrar mais vezes! E aí vão ter vários posts aqui falando sobre os pubs que a gente for.
Ou não.

O vinho e os queijos! (e croissants! e nutellão genérico gigante!)

Ontem também foi o dia que mais falei e menos falei em inglês... acontece, né?! Era muita coisa pra dizer e falar inglês o tempo todo cansa. Afinal, eu, como uma boa alga, fico cansada se pensar muito...

Alguém pode me enviar um novo par de pernas, sem tendinite, por favor? Aproveita e manda junto uns pacotinhos de Trident fresh mint. Obrigada!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Pub!

Sim, hoje depois da aula a gente foi fazer o bendito student travel card (desconto nos tickets em transporte por Dublin...) e depois de uma leve perdida de direção na Trinity University, a gente foi pro pub.

Pint de Guiness (e qualquer outro pint) por 2 euros. Dos euros. Two euros. Dois dinhêro, brôu!

Vamos todos morar num pub? Música boa, ambiente agradável, gente feliz e pint ao invés de copinho americano. Ah, e Guiness também... ou Heinecken... vai, pode escolher o que preferir...
...bora? Ainda por cima as moças do balcão são lindas. Sério mesmo.


Se rolar um "nós que somos engenheiros" com esse copão, a balada não dura 30 minutos.

Primeira visão

Só pra deixar claro, o primeiro dia de aula foi ontem, 10 de Janeiro. Estou postando hoje porque não deu pra escrever antes... e estou usando o maravilhoso wi-fi da escola.

Não tenho fotos no FB e no Orkut porque realmente não deu pra tirar nenhuma legal. Mas fica aí minha primeira e segunda visões da Irlanda...

Primeira vista de Éire.

Segunda vista de Éire.
Sou um amor de pessoa.

Primeiro dia de aula

Ah, foi divertido!

Conhecemos todo o staff da EF e tivemos uma lecture class sobre a Irlanda. A primeira coisa que o Paul (não, não era o sir) pediu foi que a gente escrevesse as cinco primeiras palavras que nos vinha em mente quando pensamos em Dublin/Irlanda. Minhas palavras foram: sheep, U2, Guiness, cold e pub. Uma pessoa mais ou menos inútil, por assim dizer.
Como eu sou legal e nerd, vou compartilhar com você lendo o blog coisas legais que eu até anotei sobre esse país tão... tão... frio??? Basicamente, a Wikipedia tem tudo o que eu vou escrever e mais um pouco, mas tudo bem.

A Irlanda se tornou independente do Reino Unido em 1921 e se tornou uma república em 1949. Bem antes disso, nos idos de 1840, houve uma redução da população em cerca de 50% por conta de fome. Sim, uma praga nas plantações de batata causou todo esse transtorno...
O país tem 32 counties e 4 províncias, sendo que 6 desses counties ficam na Irlanda do Norte.
Aqui em Dubllin existem cerca de 1.000 ou mais pubs e a população irlandesa em geral tem, em média, 35 anos. Em Dublin a maior parte das pessoas tem cerca de 25 anos.
Os esportes tradicionais são Hurling e Gaelic football, sendo que este último é mais ou menos uma mistura de soccer e rugby, segundo o professor.
Além da dança irlandesa típica (aquela que só mexe os pés e as pernas, muito doida), eles têm instrumentos musicais típicos. Um deles é o fiddle, que basicamente é um violino de braço mais curto e que é tocado com maior rapidez de movimentos (agora o Thomas pensou em "toque veloz" e deu uma risada, certeza). Na verdade eu acho que é só um violino mesmo e eles dizem que é fiddle pra ser só deles... :)

Dança irlandesa!

Depois desse super banho de cultura, fomos ao walk tour (running for your life tour, por assim dizer) com outro dos professores (o Adam).
Dublin é linda, mas não deu tempo de apreciar, logo... faremos o mesmo tour outro dia para tirar fotos e tudo mais. Só sei que a cidade é muito limpa, as pessoas são muito simpáticas e acessíveis e tudo é muito amplo. Dá a impressão de que tudo é paisagem, mesmo com pontes e construções enormes, você pode enxergar muito horizonte.
A parte norte de Dublin é a "parte pobre", onde há lojas mais baratas e tudo mais. E foi lá que comprei um sapatinho de ficar em casa e meu chip Vodafone. Com isso eu consigo falar de graça com a Cecília, a nossa host mother e a Ana. Sim, comunicação é difícil com o Brasil mas pelo menos aqui estou bem servida.

Sapatinho pra ficar em casa. MEIGO e quentinho.
À noitinha passamos no mercado perto de casa para comprar coisas para fazer sanduíches e poupar euros em almoços na escola. Em geral a comida aqui é bem cara... beeem cara! Mas junky food é barato. Por sinal, eu tive meu primeiro Burger King aqui na Irlanda. Foi o meu almoço e custou 4,95 euros. É, eu sou ridícula...

E fim do primeiro dia!
Eu amo meu joelho.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Primeiro forever alone na Irlanda

Hoje eu fiquei online (horário de ALMOÇO no Brasil) e num tinha ninguém pra falar comigo. #foreveralonenogtalk

domingo, 9 de janeiro de 2011

Éire!

Isso, cheguei em Dublin! Eu e Cecília, prontas pra um curso intensivo de inglês até 18 de fevereiro.


Quatorze horas de vôo na classe econômica. Ir para a Irlanda partindo do Brasil não é para fracos! Sério... o que fazer com seus braços e pernas naquele espaço ridículo entre as poltronas? Bom, na dúvida eu fiquei boa parte da noite acordada. Na outra boa parte do tempo eu prestei atenção no grupo de italianos poliglotas (ouvi Inglês, Português e Espanhol da boca deles) que voltava pra terra das comidas gordas depois de... fazer um curso de Português em Campinas???????? Bizarro.


O vôo até Madrid, onde fizemos nossa conexão, foi tranqüilo (apertado) com uma aterrissagem tranqüila (mentira, chacoalhou demais) e com comissários de bordo muito gentis e que não derrubavam TODOS os líquidos servidos (sorte que era tudo em cima do cobertorzinho fornecido pela própria compania aérea).


Chegando em Madrid, conexão bem sossegada... NOT! A gente deveria embarcar até 11:55h (horário local) e meio-dia e quinze estávamos eu e Cecília correndo pelo aeroporto GIGANTESCO atrás do portão H4, sendo que o vôo para Dublin estava em last call já fazia alguns bons minutos. Sorte que somos atletas e deu tempo. Esse vôo foi mais espaçoso e com comissárias de bordo felizes... e MUITOS adolescentes espanhóis. E eles são exatamente iguais aos adolescentes brasileiros: coloridos e com cabelos Justin Bieber.

Por sinal, ainda vou postar duas fotos mostrando que ser porquinho sem noção pode não ser necessariamente coisa de brasileiro.


No aeroporto de Dublin, passando pela imigração, as boas-vindas do policial bem-humorado:
"How long are you staying in Dublin?"
"About two monthes, sir. Six weeks." (super esbanjando meu inglês encrustado há anos e falando mais do que o necessário)
"Why?"
"Studying English."
"Hum. Studying English. Where?"
"EF School. Do you need the acceptance letter?"
"Of course!!"
Entreguei a carta com um sorrisão no rosto. Acho que ele ficou meio sem graça porque nem falou mais nada. Mas desnecessário, né?! Ele só precisava sorrir e me dar o carimbo... enfim.


Pegamos táxi até a casa aqui... o motorista parecia o Paul McCartney e falava com o sotaque do Paul. Foi lindo. Mas... ELES DIRIGEM DO LADO ERRADO! E É MUITO ESQUISITO! Pronto, falei. Dá nos nervos ver os carros vindo de frente do seu lado esquerdo numa rodovia de mão dupla...


A casa da Sandra e do David é uma graça e o bairro é muito legal. Fica bem perto da estação de trem que vamos pegar todos os dias pra ir até a escola. Hoje mesmo a Sandra nos acompanhou no caminho até lá... bem tranqüilo, tirando o frio imbecil. Ah, claro, hoje tava bem quente. Na hora do jantar eu e a Cecília de moletom e meia e todo mundo de camiseta. O David tava até de bermuda. Normal, sabe?!


Comunicação com o Brasil foi meio difícil porque aqui a internet deles tem restrição de apenas 4 pc's conectados, sendo que eles têm 3 na casa... mas acho que ao longo da semana, sabendo meus horários de aulas e conhecendo melhor o lugar isso fica mais fácil. Ou não. Né?!


A primeira impressão é de que simplesmente a Irlanda tem paisagens muito bonitas. Tudo aqui é muito azul e amplo. Beleza, isso não significa nada porque só conheci três quadras de um bairro... mas depois de uma semana aqui acho que já vai dar pra ter visto mais coisas.


E é isso. Nada de útil, mas só pra dizer que é muito divertido estar tão pouco num lugar novo e já ter visto tantas coisas diferentes.
By the way, a comida é boa e haja batatas!


Amanhã pretendemos ir até a Penney's (cuidado, esse nome pode estar escrito errado!), uma loja que vende casacos e sapatos e tudo mais a um preço muito baratão, segundo a Sandra. Fora isso, a gente ainda precisa adquirir um Vodafone e os famigerados bilhetes de trem para um mês, bem como o esqueminha de 2011 para os horários dos trens. Ufa!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Rinaldo Calheiros

Amor...
É, com "sofri, mas mesmo assim eu fui feliz", a música não poderia ter outro nome, não é verdade?


Aposto que foi trilha de muitos bailinhos de antigamente.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Só no sapatinho!

Sempre achei que a minha vida fosse desinteressante demais para se ter um blog. E eu também nunca tive mais o que escrever além do meu dia-a-dia ou coisas nonsense que eu penso, porque não sei demais sobre moda ou arte ou música ou economia... logo...

... mas acontece que agora eu vou pra Irlanda, fazer um curso intensivo de inglês por seis semanas e depois viajar por uma semana por parte da Europa... e isso merece um blog. Tanto para facilitar a comunicação com o outro continente quanto pra satisfazer o ego nerd que em mim reside.

E sim, o blog é todo feito com base no professor doido que marcou a vida de qualquer engenheiro que passou pela FEA (a fonte Verdana que veio do meu TOC mesmo...). Eu também odiei o Lincoln, mas ele tem o mérito dele (e como!).

Até breve, provavelmente no domingo, depois das 13:30h, horário de Dublin!

Beijos, abraços e um soquinho no ar pro Thomas!