quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Música ruim pode ser bom

Outro dia, o Charlie (nosso teacher que lembra o Sting mais novo) deu como tema de conversação "perguntas embaraçosas, difíceis de serem respondidas" como, por exemplo: quais seus turn ons, qual seu peso, se você já usou drogas, etc. Uma dessas perguntas era "Qual música realmente ruim você gosta?" Pois é. Embaraçoso. Depois dessa aula eu comecei a reparar nos quase 8GB de músicas que me acompanham em todo lugar e descobri que eu tenho várias músicas ruins no meu iPod e que, de fato, elas tem um motivo muito plausível para estarem lá: são músicas que desintoxicam meu pensamento, por assim dizer.


É. Você simplesmente ouve aquela coisa sem sentido algum, com uma batida relativamente animada e fica numa boa. Não pensa em nada, não aflora nenhum sentimento. Você simplesmente ouve.


Claro, existe um limite para ouvi-las uma em seguida da outra, mas então vem a melhor parte: quando você coloca uma música boa novamente, ela soa como se fosse ainda melhor do que realmente é, porque antes o seu padrão estava baixo.


Demais! Pequenas coisas assim conseguem até me deixar de bom-humor. Estou me tornando uma pessoa mais fácil de ser agradada. Que gracinha.

Por falar em música, a função "shuffle" pode ser assustadora de vez em quando, escolhendo somente músicas que combinam exatamente com o que você está pensando ou com seu estado de espírito. Medo!

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