Hey, ho!
Saímos de Dublin às 7h e 10h e pouco chegamos no PEQUENO aeroporto de Frankfurt. Felizmente já fomos recepcionadas pelo nosso amigo Thomas, ou seja, já começamos a viagem despreocupadas em entender alemão e tentar decifrar as placas do aeroporto.
Algumas escadas rolantes e um trem depois do encontro do melhor time de Refrigeração de todos os tempos, chegamos na estação principal e encontramos o Pedro! Aí, sim... dois homens falando alemão e duas brasileiras falando português. Tudo certo. Até curti uma Coca Zero em embalagem retornável para comemorar.
Primeira impressão da cidade: arquitetura muito moderna e diferente, ligeiramente mais limpa que Dublin, pessoas muito simpáticas e muito fog... mas um frio suportável, embora intenso.
Peregrinamos por cerca de uma hora e meia e finalmente paramos para comer um düner, vulgo, kebab. Vulgo, "churrasquinho grego no estilo alemão". BOM, HEIN?!
Depois andamos mais um tempo sem rumo e, convencidos pela falta de rumo e pela enxaqueca da Cecília, chegamos ao hotel via táxi. Durante o check-in descobrimos que estava impossível de chegar ao hotel seguindo o mapa que compramos porque estão fazendo um túnel e novas ruas pela região e os mapas do centro turístico estão desatualizados. Ah-há.
Com o mapa atualizado em mãos, marcamos o roteiro de amanhã e vamos curtir uma janta esperta. Certamente gorda. Mas isso não pode vir ao caso até que eu volte para o Brasil. Já sei que meu Carnaval vai ser um inferno brigando com biquínis e o espelho, mas me ensinaram que, quando você está viajando abroad, é necessário relevar algumas coisas, como sua beleza física.
No mais, meu celular quebrou de vez. Agora o "touch" da tela não funciona, logo, não consigo ligar, receber ligações, ler mensagens nem escrever mensagens. Uma belezinha. Ainda bem que amanhã é domingo e não vai ter nenhuma loja aberta para que eu compre um celular por 10 euros.
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