Chegando em Paris pegamos um buzão até o centro da cidade e de lá fomos para o hostel by táxi. Nesse meio tempo rolou de tentar pegar o metrô, mas além de não fazer idéia de onde raios deveríamos descer para ir até o hostel, a porcaria da máquina de tickets quebrou, a mocinha não conseguia consertar, já era 23:30h e o metrô funcionava até 00:15h... logo...
O hostel é bonitinho e tinha internet (LENTA!) relativamente barata, o que permitiu um grito de vida para o Brasil, acalentando os corações das mães preocupadas.
Na sexta-feira já acordamos com um café da manhã show de bola... croissants sensacionais! Comemos (muito) e saímos em busca do primeiro monumento: La Tour Eiffel.
Podem dizer o que for: que é um símbolo fálico, que os franceses são frescos, que a torre é inútil, blablabla... ela é linda. E a vista lá de cima é sensacional. E eu poderia ficar ainda mais tempo passeando por lá se as filas para o elevador não fossem tão irritantes!!!
Da Torre fomos para o Arco do Triunfo. É enorme. Não, não do jeito que parece quando se lê... é ENORME! E muito bonito, claro.
De lá, descemos a Champs Élysees, chegamos no La Concorde, vimos o Louvre (só por fora dessa vez) e decidimos ver a Notre Dame logo. Como nosso padrão de catedral estava bem alto... bom, não. O padrão do Vaticano não interferiu em nada, porque a Notre Dame é extremamente diferente e os arcos góticos são inexplicáveis.
Exautas, porém perseverantes, aproveitamos que o Louvre fica aberto até mais tarde às sextas-feiras e voltamos pra lá. Sim, eu vi a Monalisa! Muito feia! Mas eu vi! E a Vênus de Milo e mais um monte de estátuas e quadros lindos, mas isso deve ter totalizado cerca de 3% do museu. Basicamente, pegamos o mapa do Louvre e vimos as obras indicadas, por serem mais fáceis de achar e por serem, obviamente, as que mais interessavam turisticamente falando.
Acho que nesse dia a gente andou uns 20 Km. Se não mais. Eu já nem sabia qual parte das minhas pernas tinha originado a dor que eu estava sentindo. Mas não importava. Eu estava em Paris e eu tinha comido crepe de Nuttela. Com banana (para evitar a cãimbra, lógico!).
Depois do rolezinho culto, caminhas pela Champs Élysees novamente, pra ter o prazer de ver tudo iluminado e mais bonito. Em seguida vimos La Tour novamente, que estava ainda melhor, toda iluminada, deixando o Champs de Mars mais bonito.
Ainda fomos até o Moulin Rouge e comemos creme "brulê". Divino. Fantastique. E nem tem chocolate. Incrível, não!?
Finalmente, voltamos ao hostel. Tentei falar com a minha mãe pelo telefone de lá mas as moedinhas foram engolidas sem validar os créditos, o que me deu cerca de um minuto para dizer "Oi, tudo bem? Eu estou bem!". Mas vale a intenção, certo?!
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