quarta-feira, 2 de março de 2011

Dia 2 em Francoforte do Meno

Post totalmente fora de época, escrito diretamente do Brasil, mas eu simplesmente não posso deixar de registrar aqui o que aconteceu nessa uma semana de viagem pela Europa, simplesmente porque não quero "perder" na memória nada do que aconteceu (e também porque eu sou nerd e super acho legal escrever em blog...).

O primeiro dia em Frankfurt terminou da seguinte forma: um rolê absurdo pela cidade em busca de um bar ou pub ou algo do gênero, que resultou em nothing found... e no fim acabamos comendo a promoção do Burger King quando já era uma e tantas da manhã...
Puxa vida, você está na Alemanha e vai jantar no Burger King?
Sim! Era o único local aberto, com um preço pra lá de acessível que certamente iria saciar a fome. Ademais, o serviço é rápido, tem lugar para sentar, é quentinho e ainda tem banheiro. Isso explica o sucesso dos fast-foods... eles são extremamente eficientes e convenientes. E eu só me dei contar disso em FRA.

Voltando ao hotel tivemos o prazer de degustar um vinho branco trazido diretamente de Desdenheim pelo Thomas. Chato e ruim. Se eu pudesse trazia umas 10 garrafas para o Brasil.

O dia dois começou com um café da manhã sensacional: pretzel, croissant de chocolate e capuccino. Tudo isso numa padaria muito deliciosa, com atendimento bom e por um preço igualmente bom!

Em seguida, fomos à pracinha, vimos a igreja e a prefeitura e depois fomos ao museu do Goethe. Almoçamos salsichão e vagamos mais um pouco sem rumo, visto que a cidade não é muito turística. Visitar FRA é como visitar São Paulo. 

Fomos até a Main Tower, que tem uma linda vista panorâmica da cidade (linda, apesar do fog!!!) e ainda vimos a Ópera, que é muito bonita por fora mas que, infelizmente, não pudemos ver por dentro.

Panorâmica da Main Tower!


Depois o dia se resumiu em frio e despedida dos meninos, mas não sem antes comer berliner com o Pedro (um doce que é como se fosse um sonho, mas sem o creme branco melequento) e tomar uma cerveja deliciosa com o Thomas.

Na segunda-feira pela manhã saí sozinha pela cidade em busca de algum souvenir. A Cecília ficou no hotel porque não passou muito bem durante a noite e preferiu fazer o late check-out. Minha andada foi meio inútil, mas foi gostoso... ver a cidade, conversar com algumas pessoas e tomar café acompanhado de pretzel olhando a rua.

Na hora do almoço, rumamos para o aeroporto e, chegando lá, nosso vôo não estava no board. Perguntamos para a moça do balcão de informações onde seria nosso embarque (afinal, o MAIOR AEROPORTO DA EUROPA tem quinhentos terminais e provavelmente estávamos no terminal errado...) mas então descobrimos: FRA tem outro aeroporto, que se encontra a 115 Km do principal. O ônibus de um a outro demora cerca de uma hora e meia e o próximo sairia dali 35 minutos, devido ao horário de inverno. Como tínhamos exatamente duas horas até que nosso portão de embarque fechasse... bem, não daria tempo. O táxi sairia por 170 euros e... não tínhamos opção, porque o atraso para chegar em Veneza prejudicaria a viagem para Roma, sem contar que o próximo vôo para Veneza certamente seria dez vezes o preço que pagamos, logo... ficaria mais ou menos a mesma coisa do que gastar com o táxi!
Conversamos com um taxista gente boa que fechou a corrida por 150 euros para nós e curtimos uma viagenzinha a 180 Km/h até o aeroporto correto.

Burradas à parte, foi bom para que ficássemos atentas com desembarques e embarques para os outros aeroportos em Veneza, Roma e Paris. E assim fomos embora de Francoforte do Meno, uma cidade extremamente arrumada, moderna e pouco turística, mas que proporcionou um encontro sensacional entre quatro amigos e deu um gostinho de falar que eu senti o vento absurdamente frio da Alemanha no meu rosto sardento.

Shinny happy people.

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